Prevenção e repressão não são a mesma coisa. Elas supõem posturas diferentes, porém complementares. Prevenção consiste na redução da demanda do consumo de drogas. Neste caso, as ações têm como objetivo fornecer informações e educar os jovens a adotarem hábitos saudáveis e protetores em suas vidas. Espera-se que as pessoas diminuam ou parem de consumir drogas.

Repressão consiste na redução da oferta de drogas. As ações repressivas têm como objetivo dificultar o acesso às drogas como, por exemplo: a legislação que proíbe o uso de algumas drogas, ações policiais para prender traficantes e restrições ao consumo de álcool e tabaco para menores de 18 anos.

Na escola pode-se trabalhar com até três níveis de prevenção as drogas, cada um com os seus objetivos próprios:
1.    Prevenção primária: para evitar ou adiar o máximo o uso de drogas. É o trabalho feito junto aos alunos que ainda não experimentaram, ou jovens que estão na idade que podem se iniciar no uso.
2.    Prevenção secundária: visa atingir as pessoas que já experimentaram ou que fazem uso ocasional de drogas, com intuito de evitar que o uso se torne nocivo, com possível evolução para dependência. Neste nível, a participação de vários especialistas, como médicos, psicólogos, assistentes sociais, é indicada para evitar danos maiores à saúde.
3.    Prevenção terciária: é o tratamento do uso nocivo ou da dependência. Portanto este tipo de atenção deve ser feita por um profissional de saúde, cabendo à escola identificar e encaminhar tais casos.
Não é possível saber com antecedência quem irá ter maiores problemas com o uso de drogas. Portanto, é melhor prevenir do que remediar!